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Minas Gerais

Seleção dos Cafés do Estado de Minas Gerais

  1. Cerrado Mineiro 250 Gramas

    De: R$38,70

    Por: R$29,00

    O café produzido pelos agricultores Osmar Nunes e Gabriel Nunes, eles ficaram famosos no final de 2017 por ter conseguido vender a saca de café mais cara da história de um leilão. Uma empresa japonesa e australiana pagou nada menos que R$ 55.457,60 em uma saca de 60 kg, equivalente a R$ 917,00 o kg do café.

     

    Há 33 anos Osmar Nunes contrariava a tendência da família e deixava a pecuária para investir na cafeicultura. Hoje assume que foi uma das melhores decisões de sua vida. O amor pelo café foi passado com naturalidade ao filho Gabriel, engenheiro agrônomo, que divide com o pai o comando das fazendas. Osmar atribui ao filho o implemento de novas técnicas e manejos, que garantiram ao café da família uma melhoria na qualidade final de bebida, levando a cafés cada vez melhores.

     

    Café 100% Arábica da variedade Catuai Vermelho IAC-99, produzido na Fazenda Freitas em Patrocínio – MG.

     

    Pontuação: 84,90 pontos 

    Propriedade:  Fazenda Freitas

    Município: Patrocínio - MG

    Produtor: Osmar Pereira Nunes Junior 

    Variedade: 100% Arábica - Catuaí Vermelho

    Processo: Natural

    Altitude: 1000 metros

    Secagem: Terreiro  

    Peneira: 16 acima

    Aroma de Chocolate ao leite e amêndoas de cacau

    250 gramas

    Detalhes
  2. Matas de Minas - 250 gramas

    De: R$35,00

    Por: R$29,70

    250 gramas. Torra média. Variedade 100% Arábica. 

     

    A família Schott, originaria da Alemanha, desembarcou no Brasil em 1824, para colonizar Nova Friburgo – RJ e cultivar café na região. O alemão Heinrich Johann Schott iniciou então a história de cultivo de café da família Schott no Brasil.

    No início do século XX parte da Família migrou para as montanhas de Minas Gerais onde cultiva café até os dias de hoje. Atualmente, após várias gerações de produtores, os cafés da família são sinônimo de qualidade, assegurada pelas características naturais de relevo, clima e altitude.

    Cultivam predominantemente a espécie Coffea Arábica, mais precisamente o híbrido criado pelo cruzamento do Caturra com o Mundo Novo o famoso Catuaí na linguagem indígena Tupi-Guarani tem o significado de “muito bom”, o que não poderia definir melhor este café, que é naturalmente doce e permite obter diferentes variações de aromas e sabores. 

    Apresentou doçura elevada, notas florais e acidez muito equilibrada.

             

    Detalhes